Após sete anos à frente do programa de PPPs no Piauí, Viviane decidiu entrar na política para ampliar os projetos de inclusão social
A primeira e única mulher do Piauí premiada pela ONU pela melhor Parceria Público-Privada do mundo, a Nova Ceasa, Viviane Moura (Solidariedade) foi o grande destaque da Convenção Estadual do Solidariedade, realizada neste sábado, 23, em Teresina. Isso por ser uma gestora com muitas obras sociais entregues aos piauienses e pela forma alegre e descontraída de fazer seus eventos.
Viviane fez um discurso cheio de entusiasmo e agitou os participantes do evento quando falou sobre os projetos que já realizou como técnica para o desenvolvimento do Piauí e que disse ter um plano de ação para fazer muito mais pelo Piauí na Câmara dos Deputados.
Ela tem 25 anos de experiência e entrega de obras importantes que ajudou o Governo do Piauí a solucionar problemas do povo. Viviane citou diversos projetos idealizados e executados por ela quando esteve a frente da Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc), dentre eles, o Águas de Teresina, Nova Ceasa, Piauí Conectado, Rodovia Transcerrados, Centro de Convenções de Teresina, Rodoviária de Teresina, Picos e Floriano, Piauí Center Modas, Hotel Serra da Capivara, Aeroporto de Parnaíba e Zoobotânico de Teresina que é hoje um importante espaço de lazer para os teresinenses.
A candidata a deputada federal homologada na convenção de ontem revelou ter um novo projeto para o Estado do Piauí, que é lutar para que mais mulheres ocupem espaços na política e nos espaços de decisões e de poder. Viviane é autora do projeto social Empreendendo Vidas que ajuda as mulheres empreendedoras, principalmente as que enfrentaram dificuldades para vender seus produtos na pandemia.
Na sexta-feira, 22, na pré-convenção, Viviane Moura e Rafael Fonteles foram recebidos por uma multidão na Zona Sul de Teresina em evento com mais de 2 mil pessoas.
Viviane contou que sempre teve sonhos de um Piauí melhor e ajudou a eleger muita gente boa como a deputada Francisca Trindade e Wellington Dias, participando dos movimentos sociais e políticos como militante. Ela disse que foi para o Solidariedade porque neste partido encontrou a condição de efetivamente estar em uma chapa competitiva e é muito grata ao presidente do Solidariedade, deputado estadual Evaldo Gomes, por ter formado um time em oito meses e esse time pode fazer muito mais pelos piauienses.
O presidente do Solidariedade, deputado Evaldo Gomes, afirmou que Viviane Moura é uma candidata a deputada federal guerreira e valorosa. Ele frisou que o Solidariedade não tem medo de enfrentar obstáculos.
“Esse time vai fazer a diferença. Todos nós candidatos do Solidariedade temos o mesmo nível e vamos lutar até o último minuto para elegermos nossos deputados estaduais e federais”, conta Evaldo. Ele falou ainda da importância de eleger Rafael Fonteles governador, Wellington Dias senador e Lula presidente, acrescentando que o Time do Povo, liderado por Lula, é a esperança para a população ter mais emprego e moradia. “Vamos eleger Lula para governar para os pobres, para os que mais precisam”, ressaltou o presidente do Solidariedade.
Nas convenções partidárias, o candidato ao senado pelo PT, Wellington Dias, declarou que o Piauí vai seguir acelerado no desenvolvimento quando Rafael Fonteles for eleito governador. Ele destacou que o compromisso do “Time do Povo” é de realizar sonhos. Já Rafael afirmou que sem dúvida nenhuma o Piauí é outro e seu compromisso é fazer um governo melhor do que já foi feito. “Sinto que tenho condições de dar ao povo contribuição maior do que ja dei”, afirma Rafael.
Viviane vem se destacando por inovar na organização de seus eventos na pré-campanha em Teresina e cidades do interior, valorizando a alegria e a descontração. É uma candidata a deputada federal já homologada na convenção, prometendo uma campanha diferente e motivadora para as mulheres que apostam em uma melhor representação no Congresso Nacional.
O imunizante foi autorizado pela Anvisa para a faixa etária na última quarta-feira (13)
O Ministério da Saúde prepara uma nota técnica que deve ser divulgada na semana que vem orientando as secretarias de Saúde dos Estados a iniciarem a vacinação com a Coronavac em crianças de 3 a 5 anos.
A recomendação será feita com base na decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com o aval da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI).
O Ministério da Saúde vai informar ainda que as secretarias estaduais e municipais devem iniciar a vacinação nesse público utilizando os estoques existentes. A pasta informa que seguirá em tratativas para a aquisição de novas doses do imunizante.
A nota técnica que está sendo preparada deve detalhar o cronograma de entrega das doses adicionais. Os Estados e municípios têm autonomia para iniciar o planejamento para ampliar a vacinação pediátrica.
O esquema vacinal para crianças a partir de 3 anos é o mesmo recomendado para os adultos: duas doses aplicadas em um intervalo de 28 dias. O imunizante é o mesmo que vem sendo aplicado em todas as faixas etárias, sem adaptação de versão pediátrica.
O boletim epidemiológico divulgado pela secretaria municipal de saúde de Paulistana/PI, nesta segunda-feira (04/07) informa que foram confirmadas 23 (vinte e três), novos casos de covid-19 no município. Sendo 13 mulheres e 10 homens.
O boletim informa ainda que desde o inicio da pandemia foram confirmados, 1.845 casos, dos quais 1.802 estão curados e 16 óbitos. O boletim diário dessa segunda/04, também informa que não há nenhum paciente internado nos leitos clínicos, e não foi realizada nenhuma transferência. As autoridades municipais reforçam a necessidade de vacinação, e do uso de máscara facial.
NOVIDADE. A prefeitura agora disponibiliza contato via WhatsApp (89) 99470-6460 para a população obter INFORMAÇÕES, tirar DUVIDAS, ou fazer AGENDAMENTO, diretamente com o Centro de Vacinação contra a Covid-19. Fonte: SMS Paulistana.
Um total de 102,5 mil pessoas já foram vacinadas com a 4ª dose da vacina contra a Covid-19 no Piauí, como apontam as informações disponibilizadas no Painel Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).
O número corresponde a pouco mais de 20% da população apta a receber o imunizante, porém, a tendência é que este percentual aumente nos próximos dias, após a Sesapi liberar aplicação da 2ª dose de reforço para o público geral, com idade acima dos 18 anos.
Antes disso, a 4ª dose só era disponibilizada aos profissionais da saúde e para a população com mais de 60 anos. Com a ampliação aos demais públicos, os municípios também poderão iniciar a aplicação do novo reforço respeitando o intervalo de quatro meses entre as doses.
Em Teresina, por exemplo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) começa a vacinação de pessoas a partir de 50 anos com a 4ª dose contra a Covid-19 na segunda-feira (09). A previsão é que essa idade seja reduzida para 40 anos na próxima quinta-feira (12).
Cobertura vacinal
Cerca de 93% da população do Piauí já está completamente imunizada contra a Covid-19 após receberem a aplicação das duas doses contra a doença. Em relação ao 1° reforço, o índice estadual é de 65%.
Segundo a Sesapi, o índice de vacinação permite, dentre outras coisas, a flexibilização de algumas restrições sanitárias, como a realização de eventos com público e a não obrigatoriedade do uso de máscaras.
Pela atual regra, que torna facultativo o uso de máscara em locais fechados nos municípios com percentual mínimo de 60% da população vacinada com a dose de reforço, 182 cidades piauienses estão aptas a dispensarem o item de proteção.
O ex-presidente Lula participou, neste sábado (7), em São Paulo, do lançamento do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, que une partidos políticos e movimentos sociais em favor da retomada da democracia e da reconstrução do Brasil. Ele disse que o Brasil precisa de calma e paz para trabalhar e retomar as políticas de desenvolvimento econômico e social.
Lula levou o discurso por escrito, embora tenha improvisado algum momento, e enfatizou pontos que visam unir todos brasileiros pela democracia e pelo retorno da esperança. Foi praticamente a leitura de uma Carta-proposta para os Brasileiros, apontando todos os pontos e setores.(Veja o discurso embaixo)
Geraldo Alckmin não esteve no evento, mas participou por meio de vídeo pelo fato de ter testado positivo para Covid-19. Brincando ele, indicou para os brasileiros a receita de Chuchu com Lula. É que Alckmin tem o apelido de Picolé de Chuchu, sendo um momento de descontração.
O evento foi marcado também pela participação de artistas e pelas declarações de amor da noiva de Lula, a Janja, que apresentou o vídeo “Sem Medo de Ser Feliz”, resgatando momentos emocionantes da campanha presidencial de 1989. Lula, ao discursar, fez um parêntese para dizer que está apaixonado, anunciando o o seu casamento neste mês de maio.
Do Piauí, estiveram no lançamento do movimento em São Paulo, a governadora Regina Sousa, e o ex-governador Wellington Dias.
Janja, a noiva de Lula, cantou e dançou ao som do vídeo “Sem Medo de Ser Feliz”. Ela foi uma das estrelas da festa de lançamento do movimento Vamos Juntos Pelo Brasil, a pré-campanha.
Lula se dirigiu para a ex-presidente Dilma, que estava entre os demais convidados, ressaltando que ela não será ministra, como as pessoas vêm perguntando, por ser tão grandiosa que não cabe num ministério, mas que vai acompanhá-lo em todos os momentos de sua administração sendo eleito presidente da República.
Leia abaixo a íntegra do discurso de Lula, que defendeu um país verdadeiramente soberano, que cuide em especial do bem-estar de sua população.
Veja na íntegra o discurso de Lula:
Quero começar falando da mais importante lição que aprendi em 50 anos de vida pública, oito dos quais presidindo este país: Governar deve ser um ato de amor.
A principal virtude que um bom governante precisa ter é a capacidade de viver em sintonia com as aspirações e os sentimentos das pessoas, especialmente das que mais precisam.
É se alegrar com cada conquista, com cada melhora na qualidade de vida do povo que ele governa.
É compartilhar a felicidade da família que, graças ao Minha Casa, Minha Vida, toma pela primeira vez nas mãos a chave da tão sonhada casa própria, depois de uma vida inteira morando de aluguel em condições precárias.
É se emocionar com aquela mãe que viveu anos e anos à luz de lamparina, e com a chegada do Luz para Todos pode finalmente contemplar a serenidade do seu filho dormindo à noite.
É se alegrar com a avó que quando jovem era obrigada a partir um único lápis em dois pedaços para dar aos filhos. E que depois, com o Bolsa Família, pode comprar material escolar completo para a neta, até mesmo um estojo com lápis de todas as cores.
É comemorar junto com os filhos dos trabalhadores que se tornaram doutores, graças ao ProUni, ao FIES e à política de cotas na universidade pública.https://www.youtube.com/embed/1hjV9MR8aIs?start=7541&feature=oembed
Mas não basta ao bom governante sentir como se fossem suas as conquistas do povo sofrido.
Para governar bem, ele precisa ter também a sensibilidade de sofrer com cada injustiça, cada tragédia individual e coletiva, cada morte que poderia ser evitada.
Infelizmente, nem todo governante é capaz de entender, sentir e respeitar a dor alheia.
Não é digno desse título o governante incapaz de verter uma única lágrima diante de seres humanos revirando caminhões de lixo em busca de comida, ou dos mais de 660 mil brasileiros e brasileiras mortos pela Covid.
Pode até se dizer cristão, mas não tem amor ao próximo.
Em 2003, quando tomei posse como presidente da República, eu disse que se, ao final do meu mandato, todos os brasileiros tivessem pelo menos a possibilidade de tomar café da manhã, almoçar e jantar, eu teria cumprido a missão da minha vida.
Travamos contra a fome a maior de todas as batalhas, e vencemos. Mas hoje sei que preciso cumprir novamente a mesma missão.
Tudo o que fizemos e o povo brasileiro conquistou está sendo destruído pelo atual governo. O Brasil voltou ao Mapa da Fome da ONU, de onde havíamos saído em 2014, pela primeira vez na história.
É terrível, mas não vamos desistir, nem eu nem o nosso povo. Quem tem uma causa jamais pode desistir da luta.
A causa pela qual lutamos é o que nos mantém vivos, é o que renova nossas forças e nos rejuvenesce.
Sem uma causa, a vida perde o sentido.
Eu e todos nós que estamos juntos nessa hora, temos uma causa: restaurar a soberania do Brasil e do povo brasileiro.
Meus amigos e minhas amigas.
O artigo primeiro da nossa Constituição enumera os fundamentos do Estado Democrático de Direito. E o primeiro fundamento é justamente a soberania.
No entanto, a nossa soberania e a nossa democracia vêm sendo constantemente atacadas pela política irresponsável e criminosa do atual governo.
Ameaçam, desmontam, sucateiam, colocam à venda nossas empresas mais estratégicas, nosso petróleo, nossos bancos públicos, nosso meio ambiente.
Entregam de mão beijada todo esse extraordinário patrimônio que não pertence a eles, e sim ao povo brasileiro.
Destroem políticas públicas que mudaram a vida de milhões de brasileiros, e que eram admiradas e adotadas pelo mundo afora.
É mais do que urgente restaurar a soberania do Brasil. Mas defender a soberania não se resume à importantíssima missão de resguardar nossas fronteiras terrestres e marítimas e nosso espaço aéreo.
É também defender nossas riquezas minerais, nossas florestas, nossos rios, nossos mares, nossa biodiversidade.
E é, antes de tudo, garantir a soberania do povo brasileiro e os direitos de uma democracia plena.
É defender o direito à alimentação de qualidade, o bom emprego, o salário justo, os direitos trabalhistas, o acesso à saúde e à educação.
Defender nossa soberania é também recuperar a política altiva e ativa que elevou o Brasil à condição de protagonista no cenário internacional.
O Brasil era um país soberano, respeitado no mundo inteiro, que falava de igual para igual com os países mais ricos e poderosos.
E que ao mesmo tempo contribuía para o desenvolvimento dos países pobres, por meio de cooperação, investimento e transferência de tecnologia. Foi o que nós fizemos na América Latina e também na África.
Defender a nossa soberania é defender a integração da América do Sul, da América Latina e do Caribe. É fortalecer novamente o Mercosul, a UnaSul, a Celac e os BRICS.
É estabelecer livremente as parcerias que forem melhores para o país, sem submissão a quem quer que seja. É lutar por uma nova governança global.
O Brasil é grande demais para ser relegado a esse triste papel de pária do mundo, por conta da submissão, do negacionismo, da truculência e das agressões a nossos mais importantes parceiros comerciais, causando enormes prejuízos econômicos ao país.
Meus amigos e minhas amigas.
Defender nossa soberania é defender a Petrobras, que vem sendo desmantelada dia após dia.
Colocaram à venda as reservas do Pré-Sal, entregaram a BR Distribuidora e os gasodutos, interromperam a construção de algumas refinarias e privatizaram outras.
O resultado desse desmonte é que somos autossuficientes em petróleo, mas pagamos por uma das gasolinas mais caras do mundo, cotada em dólar, enquanto os brasileiros recebem os seus salários em real.
O óleo diesel também não para de subir, sacrificando os caminhoneiros e fazendo disparar os preços dos alimentos.
O botijão de gás chega a custar 150 reais, comprometendo o orçamento doméstico da maioria das famílias brasileiras.
Nós precisamos fazer com que a Petrobras volte a ser uma grande empresa nacional, uma das maiores do mundo.
Colocá-la de novo a serviço do povo brasileiro e não dos grandes acionistas estrangeiros. Fazer outra vez do Pré-Sal o nosso passaporte para o futuro, financiando a saúde, a educação e a ciência.
Defender a nossa soberania é defender também a Eletrobrás daqueles que querem o Brasil eternamente submisso.
A Eletrobrás é a maior empresa de geração de energia da América Latina, responsável por quase 40% da energia consumida no Brasil.
Foi construída ao longo de décadas, com o suor e a inteligência de gerações de brasileiros. Mas o atual governo faz de tudo para entregá-la a toque de caixa e a preço de banana.
O resultado de mais esse crime de lesa-pátria seria a perda da nossa soberania energética.
Perder a Eletrobrás é perder Chesf, Furnas, Eletronorte e Eletrosul, entre outras empresas essenciais para o desenvolvimento do país.
É perder também parte da soberania sobre alguns dos nossos principais rios, como o rio Paraná e o São Francisco
É dizer adeus a programas como o Luz para Todos, responsável por trazer para o século 21 cerca de 16 milhões de brasileiros que antes viviam na escuridão.
É aumentar ainda mais a conta de luz, que hoje já pesa não apenas no bolso do trabalhador, mas também no orçamento da classe média.
Defender nossa soberania é defender os bancos públicos. O Banco do Brasil, a Caixa Econômica, o BNDES, o BNB e o Basa foram criados para fomentar o desenvolvimento do país.
Para garantir o crédito barato a quem quer produzir e gerar empregos.
Para financiar as obras de saneamento e a construção de apartamentos e casas para a população de baixa renda e a classe média.
Para apoiar a agricultura familiar e os pequenos e médios produtores rurais. Porque nenhum país será soberano se não cuidar de quem produz 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa.
Defender a nossa soberania é defender as universidades e as instituições de apoio à ciência e à tecnologia dos ataques do atual governo.
Porque um país que não produz conhecimento, que persegue seus professores e pesquisadores, que corta bolsas de pesquisa e reduz os investimentos em ciência e tecnologia está condenado ao atraso.
Nos nossos governos, nós mais que triplicamos os recursos direcionados para o CNPq, a Capes e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Eles saltaram de R$ 4 bilhões e 500 milhões em 2002, para R$ 13 bilhões e 970 milhões em 2015.
Já com o atual governo, esses investimentos recuaram para R$ 4 bilhões e 400 milhões, valor menor que aquele de 20 anos atrás.
Defender a soberania do Brasil é investir na infraestrutura capaz de transformar o país e a vida de seu povo, aumentar a produtividade da economia e criar as bases para o progresso e o futuro.
Mas o atual governo não cuida da infraestrutura que este país precisa.
Paralisaram obras importante que estavam em andamento. Tentam se apropriar de outras que receberam praticamente concluídas.
É o caso da Transposição do São Francisco, uma obra sonhada desde os tempos do império, que nós tornamos realidade para que 12 milhões de brasileiros tivessem finalmente água jorrando de suas torneiras.
Nossos governos não só planejaram e conceberam a transposição, como fizeram 88% das obras. Mas eles tentam enganar o povo dizendo que foram eles que construíram tudo.
Defender a nossa soberania é defender a Amazônia da política de devastação posta em prática pelo atual governo
Nos nossos governos, reduzimos em 80% o desmatamento da Amazônia, contribuindo para diminuir a emissão dos gases de efeito estufa que provocam o aquecimento global.
Mas os cuidados com o meio ambiente vão além da defesa da Amazônia e dos outros biomas.
É preciso voltar a investir em saneamento básico, como fizemos nos nossos governos.
Acabar com o esgoto a céu aberto e cuidar da destinação do lixo e das pessoas que vivem da coleta de materiais recicláveis.
Cuidar do meio ambiente é, antes de tudo, cuidar das pessoas. É buscar a convivência pacífica entre o desenvolvimento econômico e o respeito à flora, à fauna e aos seres humanos.
A transição para um novo modelo de desenvolvimento sustentável é um desafio planetário.
Também nesse sentido, temos muito a aprender com os povos indígenas, guardiões ancestrais do meio-ambiente.
Defender a nossa soberania é garantir a posse de suas terras aos povos indígenas, que estavam aqui milhares de anos antes da chegada dos portugueses, e que foram capazes de cuidar delas melhor do que ninguém.
E que agora estão vendo seus territórios invadidos ilegalmente por garimpeiros, grileiros e madeireiros.
O resultado desse crime continuado, que acontece com a conivência do atual governo, vai além da destruição de florestas e rios.
Compromete também a sobrevivência física dos povos indígenas, e não poupa sequer as crianças.
E é dever do Estado garantir a segurança e o bem-estar de todos os seus cidadãos e cidadãs, que merecem – e devem – ser tratados com respeito.
Nunca um governo como este que aí está estimulou tanto o preconceito, a discriminação e a violência.
Nenhum país será soberano enquanto mulheres continuarem a ser assassinadas pelo fato de serem mulheres.
Enquanto pessoas continuarem a ser espancadas e mortas por conta de sua orientação sexual.
Enquanto não forem combatidos com rigor o extermínio da juventude negra e o racismo estrutural que fere, mata e nega direitos e oportunidades.
Minhas amigas e meus amigos.
Somos o terceiro maior produtor mundial de alimentos. Somos o maior produtor de proteína animal do mundo.
Produzimos comida em quantidade mais do que suficiente para garantir alimentação de qualidade para todos. No entanto, a fome voltou ao nosso país.
Não haverá soberania enquanto 116 milhões de brasileiros sofrerem algum tipo de insegurança alimentar.
Enquanto 19 milhões de homens, mulheres e crianças forem dormir todas as noites com fome, sem saber se terão um pedaço de pão para comer no dia seguinte.
Não haverá soberania enquanto dezenas de milhões de trabalhadores continuarem submetidos ao desemprego, à precarização e ao desalento.
Nós fomos capazes de gerar mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada e todos os direitos garantidos.
Enquanto eles destruíram direitos trabalhistas e geraram mais desemprego.
É preciso avançar numa legislação que garanta os direitos dos trabalhadores.
Que estimule a negociação em bases civilizadas e justas entre patrões e empregados.
Que contribua para criar melhores empregos, e faça girar a roda da economia.
Não é possível que o reajuste da maioria das categorias profissionais fique abaixo da inflação, ao contrário do que acontecia em nossos governos.
Não é possível que o salário mínimo continue perdendo poder de compra ano após ano. Nos nossos governos ele subiu 74% acima da inflação, aumentando o consumo e aquecendo a economia.
Se os trabalhadores não têm dinheiro para comprar, os empresários não tem para quem vender. Isso leva ao que assistimos hoje: o fechamento de fábricas em São Paulo, na Bahia, na Zona Franca de Manaus e outras regiões, e multinacionais deixando o Brasil.
Precisamos também criar um ambiente fértil ao empreendedorismo, para que possam florescer o talento e a criatividade do povo brasileiro.
Este país precisa voltar a criar oportunidades, para que as pessoas possam viver bem, melhorar de vida e tornar seus sonhos realidade.
Hoje vivemos uma situação desoladora. Um país cujo maior desejo de sua juventude é ir embora para o exterior em busca de oportunidades não será jamais soberano.
Precisamos voltar a investir em educação de qualidade, da creche ao pós-doutorado.
Não haverá soberania enquanto a educação continuar a ser tratada como gasto desnecessário, e não como investimento essencial para fazer do Brasil um país desenvolvido e independente.
Nos nossos governos, triplicamos os investimentos em educação, que saltaram de R$ 49 bilhões de reais em 2002 para R$ 151 bilhões em 2015.
Mas o atual governo vem reduzindo os investimentos a cada ano. O resultado é que o orçamento do MEC para 2022 é o menor dos últimos dez anos.
Assim como a educação, também a saúde tem sido tratada com descaso pelo atual governo.
Hoje faltam investimentos, profissionais de saúde e medicamentos. Sobram doenças e mortes que poderiam ser evitadas.
Não fossem o SUS e os corajosos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, a irresponsabilidade do atual governo nessa pandemia teria custado ainda mais vidas.
Um dos maiores orgulhos dos nossos governos foi cuidar com muito carinho da saúde do povo brasileiro.
Criamos o Samu, o Farmácia Popular, as UPAs 24 horas. Fizemos o Mais Médicos, e levamos profissionais da saúde às periferias das grandes cidades e às regiões mais remotas do Brasil.
Nós praticamente dobramos o orçamento da saúde, que passou de R$ 64 bilhões e 800 milhões em 2003 para R$ 120 bilhões e 400 milhões em 2015.
Nenhum país será soberano se o seu povo não tiver acesso a saúde, educação, emprego, segurança e alimentação de qualidade. Mas a cultura também precisa ser tratada como um bem de primeira necessidade.
Não haverá soberania enquanto o atual governo continuar tratando a cultura e os artistas como inimigos a serem abatidos, e não como geradora de riqueza para o país e um dos maiores patrimônios do povo brasileiro.
Nós precisamos de música, cinema, teatro, dança e artes plásticas. Precisamos de livros em vez de armas.
A arte preenche nossa existência. Ela é ao mesmo tempo capaz de retratar e reinventar a realidade. A vida como ela é, e como ela poderia ser.
Sem a arte, a vida fica mais dura, perde um dos seus maiores encantos.
Meus amigos e minhas amigas.
Durante nossos governos, promovemos uma revolução democrática e pacífica neste país. O Brasil cresceu, e cresceu para todos.
Combinamos crescimento econômico com inclusão social. O Brasil se tornou a sexta maior economia do planeta, e, ao mesmo tempo, referência mundial no combate à extrema pobreza e à fome.
Deixamos de ser o eterno país do futuro, para construirmos nosso futuro no dia a dia, em tempo real.
Mas o atual governo fez o Brasil despencar para a 12ª posição do ranking das maiores economias. E a qualidade de vida também caiu de forma assustadora, e não apenas para os mais necessitados.
Os trabalhadores e a classe média também foram atingidos em cheio pelo aumento descontrolado da gasolina, dos alimentos, dos planos de saúde e das mensalidades escolares, entre tantos outros custos que não param de subir.
Viver ficou muito mais caro.
Neste primeiro trimestre de 2022, a renda familiar dos brasileiros desabou para o menor nível dos últimos dez anos. O resultado é que 77,7% das famílias estão endividadas.
E o mais triste é que grande parte dessas famílias estão se endividando não para pagar a viagem de férias com os filhos, ou a reforma da casa própria, ou a compra de uma televisão nova.
Elas estão se endividando para comer.
Ou seja: o Brasil voltou a um passado sombrio que havíamos superado.
É para conduzir o Brasil de volta para o futuro, nos trilhos da soberania, do desenvolvimento, da justiça e da inclusão social, da democracia e do respeito ao meio ambiente, que precisamos voltar a governar este país.
O grave momento que o país atravessa, um dos mais graves da nossa história, nos obriga a superar eventuais divergências para construirmos juntos uma via alternativa à incompetência e ao autoritarismo que nos governam.
Nunca me esqueço das palavras do saudoso Paulo Freire, o maior educador brasileiro de todos os tempos, uma das principais referências da pedagogia mundial, cujo centenário de nascimento comemoramos justamente em 2022.
Dizia o nosso querido Paulo Freire:
“É preciso unir os divergentes, para melhor enfrentar os antagônicos”.
Sim, queremos unir os democratas de todas as origens e matizes, das mais variadas trajetórias políticas, de todas as classes sociais e de todos os credos religiosos.
Para enfrentar e vencer a ameaça totalitária, o ódio, a violência, a discriminação, a exclusão que pesam sobre o nosso país.
Queremos construir um movimento cada vez mais amplo de todos os partidos, organizações e pessoas de boa vontade que desejam a volta da paz e da concórdia ao nosso país.
Este é o sentido da união de forças progressistas e democráticas formada pelo PT, PC do B, PV, PSB, PSOL, Rede e Solidariedade.
Todos dispostos a trabalhar não apenas pela vitória em 2 de outubro, mas pela reconstrução e transformação do Brasil.
Tenho o orgulho de contar com o companheiro Geraldo Alckmin nessa nova jornada.
Alckmin foi governador enquanto eu era presidente. Somos de partidos diferentes, fomos adversários, mas também trabalhamos juntos e mantivemos o diálogo institucional e o respeito pela democracia.
Tive em Alckmin um adversário leal. E estou feliz por tê-lo agora na condição de aliado, um companheiro cuja lealdade sei que jamais faltará – nem a mim nem ao Brasil.
Minhas amigas e meus amigos.
Quando governamos o país, o diálogo foi a nossa marca registrada.
Criamos importantes mesas de negociação e conselhos de participação da sociedade civil junto a todos os ministérios.
Além disso, realizamos 74 conferências, em âmbito municipal, estadual e nacional, com participação de milhões de pessoas, para discutir os mais diferentes temas: saúde, educação, juventude, igualdade racial, direitos da mulher, comunicação e segurança pública, entre tantos outros.
Dessa extraordinária participação popular nasceram várias políticas públicas que mudaram o Brasil.
E agora precisamos de novo mudar o Brasil.
Para isso, em vez de promessas, apresento o imenso legado de nossos governos. Fizemos muito, mas tenho consciência que ainda é preciso, e é possível, fazer muito mais.
Precisamos colocar novamente o Brasil entre as maiores economias do mundo.
Reverter o acelerado processo de desindustrialização do país.
Criar um ambiente de estabilidade política, econômica e institucional que incentive os empresários a investirem outra vez no Brasil, com garantia de retorno seguro e justo, para eles e para o país.
Fui vítima de uma das maiores perseguições políticas e jurídicas da história deste país, fato reconhecido pela Suprema Corte Brasileira e pela Organização das Nações Unidas.
Mas não esperem de mim ressentimentos, mágoas ou desejos de vingança.
Primeiro, porque não nasci para ter ódio, nem mesmo daqueles que me odeiam.
Mas também porque a tarefa de restaurar a democracia e reconstruir o Brasil exigirá de cada um de nós um compromisso de tempo integral.
Não temos tempo a perder odiando quem quer que seja.
Não faremos jamais como o nosso adversário, que tenta mascarar a sua incompetência brigando o tempo todo com todo mundo, e mentindo sete vezes por dia. A verdade liberta, e o Brasil precisa de paz para progredir.
Meus amigos e minhas amigas.
Em setembro próximo, o Brasil completa 200 anos de Independência. Mas poucas vezes na história a nossa independência esteve tão ameaçada.
Felizmente, vamos comemorar o 7 de setembro a menos de um mês das eleições de 2 de outubro, quando o Brasil terá a oportunidade de reconquistar a sua soberania.
Quando o Brasil terá a oportunidade de decidir que país vai ser pelos próximos anos, e pelas próximas gerações.
O Brasil da democracia ou do autoritarismo? Da verdade ou das sete mentiras contadas por dia? Do conhecimento e da tolerância ou do obscurantismo e da violência? Da educação e da cultura ou dos revólveres e dos fuzis?
Um país que fortaleça e incentive a sua indústria ou assista parado à sua destruição? O exportador de bens de valor agregado ou o eterno exportador de matéria-prima?
O país do Estado de Bem-Estar Social ou do Estado Mínimo, que nega o mínimo à maioria da população?
O país que defende o seu meio-ambiente, ou o que abre a porteira e deixa passar a boiada?
O Brasil que garante saúde, educação e segurança para todos os brasileiros e brasileiras, ou somente para os mais ricos que podem pagar por elas?
Nunca foi tão fácil escolher. Nunca foi tão necessário fazer a escolha certa.
Mas é preciso dizer com toda clareza: para sair da crise, crescer e se desenvolver, o Brasil precisa voltar a ser um país normal, no mais alto sentido da palavra.
Não somos a terra do faroeste, onde cada um impõe a sua própria lei. Não!
Temos a lei maior – a Constituição – que rege a nossa existência coletiva, e ninguém, absolutamente ninguém, está acima dela, ninguém tem o direito de ignorá-la ou de afrontá-la.
A normalidade democrática está consagrada na Constituição. É ela que estabelece os direitos e obrigações de cada poder, de cada instituição, de cada um de nós.
É imperioso que cada um volte a tratar dos assuntos de sua competência. Sem exorbitar, sem extrapolar, sem interferir nas atribuições alheias.
Chega de ameaças, chega de suspeições absurdas, chega de chantagens verbais, chega de tensões artificiais.
O país precisa de calma e tranquilidade para trabalhar e vencer as dificuldades atuais. E decidirá livremente, no momento que a lei determina, quem deve governá-lo.
Nós queremos governar para trazer de volta o modelo de crescimento econômico com inclusão social que fez o Brasil progredir de modo acelerado e tirou 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza.
Queremos voltar para que ninguém nunca mais ouse desafiar a democracia. E para que o fascismo seja devolvido ao esgoto da história, de onde jamais deveria ter saído.
Nós temos um sonho. Somos movidos a esperança. E não há força maior que a esperança de um povo que sabe que pode voltar a ser feliz.
A esperança de um povo que sabe que pode voltar a comer bem, ter um bom emprego, salário digno e direitos trabalhistas. Que pode melhorar de vida e ver os filhos crescendo com saúde até chegar à universidade.
É preciso mais do que governar – é preciso cuidar. E nós vamos outra vez cuidar com muito carinho do Brasil e do povo brasileiro.
Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania.
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para o dia 26 de maio o prazo para a convocação dos candidatos inscritos na lista de espera para o primeiro processo seletivo de 2022 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O prazo se encerraria nesta quarta-feira (4). O edital com a prorrogação foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje.
egundo o MEC, a ampliação de prazo ocorre para garantir uma maior ocupação das vagas ofertadas e também devido ao fato de que, nesta edição, não haverá processo de ocupação de vagas remanescentes.
Foram ofertadas 66,5 mil vagas no primeiro processo seletivo de 2022 do Fies e, para todo o ano de 2022, serão 110 mil vagas, conforme o MEC.
A proposta tem como objetivo desenvolver um instrumento com capacidade de inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade
A governadora Regina Sousa reuniu-se, nesta quarta-feira (06), no Palácio de Karnak, com representantes da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e da Piauí Fomento. Em pauta, o fortalecimento de políticas territoriais com inclusão de populações vulneráveis.
A proposta está sendo formulada pelas três instituições e tem como objetivo principal desenvolver um instrumento com capacidade de inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade. “Já existe um plano de política territorial no Piauí, mas a proposta a transforma em uma política mais consistente para envolver os pequenos e médios, com um projeto que possamos sentir o resultado em cada território de desenvolvimento. Já queremos deixar assinada essa parceria para que a questão das políticas territoriais sejam trabalhadas com mais força, como um elemento de desenvolvimento do Estado”, disse Regina Sousa.
Segundo o consultor do Pnud, Arilson Favareto, o projeto apresenta, no mínimo, duas importantes inovações nas políticas territoriais do Estado. “Esse trabalho está posicionado na continuidade de vários diálogos que vêm acontecendo e envolvendo o Pnud e a política territorial do Piauí, que é uma das mais consistentes do Brasil, hoje, e serve de inspiração para outros estados. Uma das inovações é a tentativa de integrar uma visão territorial dos instrumentos de planejamento em geral do Estado e a segunda é o fato de que essa política territorial busca coordenar ações de várias áreas do governo”, pontuou.
Ainda de acordo com Favareto, a ideia é dar um passo além, reforçando de forma significativa a geração da dimensão de renda e promoção de atividades econômicas que tenham, principalmente, a capacidade de incluir as populações mais vulneráveis dos campos e cidades. “Para isso estamos trabalhando na formatação de duas ideias. A primeira é construir um instrumento que permita financiar esse tipo de atividades econômicas que ampliem a renda e emprego dos mais vulneráveis e valorizem as empresas que incluam essas pessoas nos seus modelos de negócios. A segunda ideia é a possibilidade de envolver um conjunto de instituições que trabalham com produção de conhecimento, com assistência técnica e assessoria para aproximá-las das demandas dos territórios e populações mais vulneráveis”, explicou o consultor do Pnud.
A proposta é baseada na criação de mecanismos para que o Estado possa apoiar e financiar projetos inovadores nos territórios que promovam a inclusão produtiva e que permitam uma dinâmica econômica em cada um desses territórios, fortalecendo a geração de renda e de novos negócios. “Além disso temos um processo de reestruturação dos Conselhos de Desenvolvimento Territorial, que é a criação de um novo modelo de governança para os territórios que permitam a participação de todos os setores dinâmicos da sociedade e, nesse caso, teríamos a participação mais efetiva das empresas privadas, representantes dos comércios locais, além dos tradicionais representantes da agricultura familiar, das instituições de apoio, de pesquisa dos territórios, bem como as instituições de assistência técnica e de transferência de tecnologia”, afirmou a secretária do Planejamento, Rejane Tavares.
Com um crescimento de 351% no número de casos em 2022, o Piauí vive uma epidemia de dengue. De acordo com os dados do boletim epidemiológico da 12ª Semana Epidemiológica – 2022, de janeiro a março deste ano foram registrados 761 casos, em 96 cidades piauienses. No mesmo período do ano passado foram confirmados 262 casos da doença em todo o estado.
Segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesapi), 24 municípios do Piauí estão em situação de risco alto para a dengue e 83 cidades se encontram em estado de alerta para a doença. Lideram os índices de infestação: Guadalupe, Jerumenha, Alvorada do Gurgueia, Fartura do Piauí e Marcos Parente.
“A Sesapi vem desenvolvendo ações de prevenção e combate à dengue desde o ano passado, quando iniciaram as capacitações com os municípios e agora intensificamos nosso trabalho junto às cidades para que possamos fazer um enfrentamento mais efetivo contra o mosquito, que vem adoecendo nossa população, disse o secretário de Estado da Saúde, Neris Júnior.
Entre as ações para combater o Aedes Aegypti está à utilização do carro fumacê e a disponibilização do produto que mata a larva do mosquito para os municípios, através das regionais de saúde.
“Todos os nossos veículos utilizados como carro fumacê estão funcionando e à disposição das cidades, que fazem a solicitação e atendem os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. As regionais também contam com o produto químico que ajuda a disseminar a larva, mas para a disponibilização precisamos está com os dados de cada município atualizados no sistema”, explica o superintendente de Atenção à Saúde e Municípios Herlon Guimarães.
O secretário Neris Júnior também lembra à população da necessidade de manter os cuidados em casa, para evitar a proliferação do Aedes Aegypti.
“É importante que todas as pessoas façam a sua parte também e mantenham os cuidados de limpeza contra a dengue, pois só assim é possível reduzir as chances de transmissão da doença. A prevenção da dengue pode ser feita com práticas simples que evitam, principalmente, a reprodução do mosquito transmissor, através da eliminação de objetos que acumulem água parada como pneus, garrafas e plantas”, enfatiza o gestor.
Com previsão de entrega para o segundo semestre de 2022, a obra estará concluída concomitantemente com a montagem dos equipamentos
O governador Wellington Dias visitou, nesta quarta-feira (30), a obra da nova maternidade de Teresina, que está em fase de conclusão, com 95% pronta, e deve ser entregue no segundo semestre de 2022. O novo equipamento público vem para melhorar e suprir a demanda da Maternidade Dona Evangelina Rosa, localizada na capital piauiense.
O investimento total na nova maternidade é de R$ 136 milhões, sendo R$ 86 milhões do Governo do Estado e R$ 50 milhões do Orçamento Geral da União, por meio da bancada federal. O chefe do Executivo estadual destacou que a nova maternidade, localizada na Avenida Presidente Kennedy, será um dos hospitais mais modernos do Brasil e que irá garantir a segurança da mulher e do bebê.
“É um projeto de uma maternidade que vai trabalhar aqui a saúde da mulher e do bebê e que, certamente, é um dos hospitais mais modernos do Nordeste e do Brasil. Uma grande obra em todos os sentidos pela importância estratégica de salvar vidas e pelo volume, são mais de R$ 136 milhões investidos. Aqui tivemos recursos da bancada federal, mas a maior parte dos recursos, agora com equipamentos, são do Estado e, o mais importante, vai permitir que tenhamos a Maternidade Dona Evangelina Rosa em um patamar de muita segurança em relação aos cuidados com a mulher e com o bebê”, ressaltou Wellington Dias.
O secretário de Estado da Fazenda (Sefaz) e coordenador-geral do PRO Piauí, Rafael Fonteles, enfatizou a importância da nova maternidade para casos de alta complexidade. “Sem dúvidas, é a maior obra de saúde pública do Piauí nos últimos 50 anos. É uma obra de grande em volume de recursos, valores investidos, mas também pela importância em salvar vidas. As mães gestantes, que tenham, porventura, partos complicados, bem como os bebês, terão maior segurança. Essa é a grande importância dessa obra. Vai ser uma maternidade de referência, não só para o Piauí, mas para toda a região Meio Norte, até para o Nordeste, pelo padrão de qualidade, que terá tudo de mais moderno para dar essa segurança para as mães e bebês”, disse o gestor.
Sobre o andamento da obra, o secretário de Estado da Saúde (Sesapi), Florentino Neto, explicou que ela estará concluída concomitantemente com a montagem dos equipamentos. “A obra está praticamente concluída, já estamos nas últimas adequações no prédio para a montagem dos equipamentos. Tudo isso tem um cronograma e acreditamos que, no segundo semestre, a governadora Regina Sousa entregará essa maternidade ao povo do Piauí”, frisou.
A nova maternidade terá tecnologia para atender casos de alta complexidade. “A nova maternidade contará com cerca de 300 leitos, que vai trazer tudo de mais moderno, em pé de igualdade com qualquer outra maternidade do país. Atenderemos gestantes que tenham parto de alto risco, com alta tecnologia e tudo que é necessário para que tenhamos uma condução adequada dessas gestantes. Com isso, queremos melhorar, substancialmente, os índices com relação às gestantes. Então, essa maternidade trará conforto e respeito com a população”, disse Jefferson Campelo, médico e superintendente da Sesapi.
A deputada federal e primeira-dama do Estado, Rejane Dias, destinou recursos para a reestruturação da saúde no Piauí. “Uma obra, realmente, muito importante, que será concluída até agosto. A bancada federal entrou com recursos e eu destinei R$ 12 milhões à Saúde do Piauí para a reestruturação dos hospitais, incluindo, a nova maternidade, assim como a compra de novas ambulâncias, que estão sendo entregues a diversos hospitais regionais do Estado. Uma grande estrutura está sendo montada aqui para receber as futuras mamães e bebês com assistência muito mais adequada”, afirmou.
Para realizar a Matrícula Institucional, os candidatos aprovados deverão acessar o endereço eletrônico www.uespi.br/matriculasisu
A Pró-reitora de Ensino de Graduação da Universidade Estadual do Piauí – UESPI torna pública o edital de 3a (TERCEIRA) convocação da Lista de Espera relativo ao preenchimento de vagas remanescentes, para candidatos que efetivaram confirmação de interesse na vaga para ingresso na UESPI, por meio do sistema de seleção unificada – SiSU/2021.2.
Para realizar a Matrícula Institucional, os candidatos aprovados deverão acessar o endereço eletrônico www.uespi.br/matriculasisu no campo “Solicitar Matrícula”, IMPRETERIVELMENTEentre os dias: 22 de março até o dia 24.
Os alunos aprovados podem consultar toda documentação e anexos no edital e no sistema de matrícula institucional.
DATAS
22/03 até 24/03- Período de solicitação de matrículas;
22/03 até 29/03- Período de solicitação de recursos;
04/04 até 06/04- Período de matrículas curriculares dos alunos classificados.