Piauí lidera ranking nacional de vacinação contra a Covid; 91,53% da população tomou as duas doses

O ranking de vacinação do consórcio de imprensa traz em segundo lugar São Paulo (91,46%); em terceiro o Ceará (87,09%); em quarto lugar Paraíba (86,06%); e em quinto lugar o Paraná (85,16%).

O Piauí assumiu a liderança no ranking nacional da vacinação completa contra a Covid-19. Segundo dados divulgados neste sábado (30), coletados pelo consórcio de veículos de imprensa, junto às secretarias estaduais de saúde, 91,53% da população piauiense tomou as duas doses da vacina. O desempenho foi destacado pelo Secretário de Estado da Saúde, Neris Júnior.

O índice tem contribuído para o controle da pandemia no estado e permitido avançar na flexibilização das atividades e no uso de máscara. Periodicamente o Centro de Operações Emergenciais (Coe) tem se reunido para reavaliar as restrições impostas para barrar a propagação do coronavírus e o adoecimento. Nesta semana o Piauí alcançou a marca de 14 dias sem morte provocada por Covid-19.

As autoridades chamam atenção, no entanto, para a necessidade da dose de reforço. É preciso continuar avançando na vacinação da população para que esta guerra seja definitivamente vencida. “O estado do Piauí vai continuar vacinando a sua população e juntos vamos vencer a Covid-19” finalizou Neris Junior.

O ranking de vacinação do consórcio de imprensa traz em segundo lugar São Paulo (91,46%); em terceiro o Ceará (87,09%); em quarto lugar Paraíba (86,06%); e em quinto lugar o Paraná (85,16%).

Fiocruz vê cenário favorável e sugere ações onde há menor vacinação no país

A nova edição do Boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada hoje (29), aponta para a manutenção da tendência de queda dos três principais indicadores da pandemia de covid-19: casos, internações e óbitos. Os cientistas responsáveis pela publicação, no entanto, alertam que a pandemia não acabou e os riscos continuam presentes. Eles recomendam uma combinação de medidas protetivas nas regiões com menor cobertura vacinal.

A publicação, que está disponível no portal da Fiocruz, traz dados referentes ao período de 10 a 23 de abril. Nas duas semanas, foi registrada a média de 14 mil casos diários no país, um decréscimo de 36% em relação às duas semanas anteriores compreendidas entre 27 de março a 9 de abril. Também foram contabilizadas cerca de 100 mortes por dia, valor próximo aos verificados no início da primeira onda epidêmica em abril de 2020. Na comparação com as duas semanas anteriores, houve uma queda de 43% no índice de mortalidade.

“Nenhum estado apresentou tendência significativa de alta do número de casos e em grande parte deles houve queda na incidência de casos novos, como Amazonas, Roraima, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais e Goiás. Somente dois estados apresentaram tendência de alta de mortalidade: Amazonas e Paraíba. Outras unidades apresentaram redução dos índices de mortalidade, como Rondônia, Roraima, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal”, informa a Fiocruz.

Os pesquisadores defendem planejamentos de curto, médio e longo prazos, que passam pela capacitação das equipes de epidemiologia, pela introdução de estratégias de vigilância de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) associadas à covid-19 e pelo reforço do monitoramento para a detecção e caracterização de novas variantes.

O levantamento sobre a imunização mostra 83% da população do país vacinada com a primeira dose, 76,8% com o esquema vacinal completo e 40,4% com a dose de reforço, que também costuma ser designada como terceira dose. No entanto, os cientistas observam profundas desigualdades regionais e estaduais. São Paulo se destaca com 89,8% da população vacinada com a primeira dose, 85,2% com a segunda e 50,6% com a terceira.

Em outro extremo, há estados como Amapá e Roraima, com menos de 65% para a primeira, 50% para a segunda e 12% para a terceira dose. Para os locais com baixa cobertura vacinal, recomenda-se a combinação de diversas medidas protetivas como o uso de máscaras em locais fechados e a adoção do passaporte vacinal em prédios públicos, transportes públicos e espaços de trabalho.

Os pesquisadores também pedem a promoção de campanhas de sensibilização da população sobre a necessidade da imunização de reforço. “Ainda é necessário ampliar a segunda dose e investir em grupos etários que tenham menor adesão à aplicação da vacina. Além disso, é fundamental reforçar a importância e a necessidade da terceira dose, que não pode ser vista apenas como uma dose extra”, alerta o boletim.

A publicação também reforça a importância da vacinação contra a influenza, ofertada nos postos de saúde. A primeira etapa da campanha de aplicação do imunizante, voltada para pessoas de 60 anos ou mais e para trabalhadores da saúde, teve início no dia 4 de abril. A segunda etapa, que começa em 3 de maio, prevê o atendimento a indígenas, gestantes, crianças entre 6 meses e 5 anos, população privada de liberdade, professores e algumas outras categorias.

Internações

De forma geral, foram registradas taxas baixas de internação, ao mesmo tempo em que diversos estados reduziram a disponibilidade de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento exclusivo de covid-19. Uma preocupação levantada pelo boletim diz respeito ao aumento da contribuição relativa das crianças nas internações. Os pesquisadores alertam que a cobertura vacinal do público infantil está evoluindo num ritmo muito lento.

FONTE: O PIAUÍ.COM

Museu de Letras do Piauí é inaugurado em Amarante

O mais novo museu do Estado passa a funcionar na antiga Casa de Odilon Nunes

A vice-governador Regina Sousa inaugurou, neste domingo (27), as instalações do Museu de Letras do Piauí, no município de Amarante. O mais novo museu do Estado passa a funcionar na antiga Casa de Odilon Nunes e segue uma tendência moderna de interação com os visitantes.

No acervo contará com o quarto completo do escritor e historiador Odilon Nunes, objetos do poeta Da Costa e Silva e várias salas homenageando diversas manifestações da escrita piauiense. A Sala Azul será dedicada aos poetas. Haverá ainda salas exclusivas para os povos indígenas, com destaque para a obra de Mandu Ladino. O espaço também conta com homenagem ao acadêmico Anfrísio Castelo Branco; Sala dos Historiadores; Sala do Ciclo do Couro, sobre a labuta do vaqueiro; Sala do modo de falar piauiense; e uma outra destinada aos negros.

“Para montar todo esse acervo foi desenvolvido um trabalho que se estendeu por sete meses e tivemos o suporte de um conselho curador, formado por representantes da Universidade Federal do Piauí, da Universidade Estadual do Piauí, da Fundação Dom Quixote e de outros segmentos da literatura. Com esse suporte foi possível desenvolver esse trabalho de uma forma mais consistente e com mais propriedade”, disse Paulo Vasconcelos, curador do museu.

O espaço conta ainda com o Café com Letras e uma pequena lojinha com obras dos autores homenageadas. “Aqui temos ainda o piauiês, uma linguagem própria e única da nossa terra. O que tem de melhor da expressão da literatura piauiense e os nossos grandes escritores podem ser encontrados aqui. Estou muito feliz de encerrar minha gestão entregando esse equipamento para Amarante, Piauiense e Brasil”, pontuou o secretário de Cultura, Fábio Novo.

ÔNIBUS LILÁS BENEFICIA MULHERES EM BARREIRAS DO PIAUÍ

Foram beneficiados 101 mulheres da região que receberam os serviços de assistência jurídica, psicossocial e informações sobre a campanha “Ei, mermã, você não está sozinha!” e Lei Maria da Penha

A segunda rota do Ônibus Lilás, projeto da Coordenadoria Estadual de Políticas para as Mulheres (CEPM-PI),  foi realizada no município de Barreiras do Piauí, na comunidade Brejo da Lagoa oferecendo os serviços de assistência jurídica, psicossocial e informações sobre a campanha “Ei, mermã, você não está sozinha!” e Lei Maria da Penha. Foram beneficiados 101 mulheres da região. “Participar do Ônibus Lilás está sendo incrível, pois escutamos as palestras que tra zeminformações que não sabia principalmente sobre a Rede de Atendimento às mulheres” declara Dona Maria Francisca, moradora da comunidade Brejo da Lagoa.

Na ação esteve presente a Secretária de Assistência Social, Dorileide, representando o  Prefeito Manoel Aroldo Barreira, a coordenadora da Casa Abrigo Mulher Viva, Ana Cleide, a secretária de Mulheres do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Marineide, representante da Secretária de Saúde, a enfermeira Elaine, o secretário de Desenvolvimento, Robson, a coordenadora geral de Educação, Márcia, a representante da Comunidade, Joelma, e  diretora da escola, Rosenilde.

“Indo até as comunidades nos municípios e levando informações sobre a nossa Rede de Atendimento às mulheres em situação de violência, percebemos que a mulher tem mais coragem para denunciar a agressão se for acompanhada pela rede. O nosso trabalho com o Ônibus Lilás é articular os órgãos, sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e mulheres para realizarmos juntas o enfrentamento à violência doméstica”, pontua a coordenadora do Centro de Referência Francisca Trindade, Larissa Moura.

ATLETA PIAUIENSE QUE MORA NA UCRÂNIA AINDA NÃO CONSEGUIU DEIXAR O PAÍS, RELATA PRIMA

A atleta piauiense Kedma Laryssa Santos Araújo, de 20 anos, ainda não conseguiu deixar a Ucrânia. A informação foi repassada ao Cidadeverde.com pela prima da jogadora, Mari Araújo.

“A cidade onde ela mora fica no meio das que estão sendo atacadas. Por isso não tem como ela sair de lá”, relatou Mari Araújo.

Kedma Laryssa atua no time de futebol Kryvbas Women, na cidade de Kryvyi Rih, que está localizada no Sudeste da Ucrânia. Kedma se mudou para o país em agosto de 2021, após sair do clube Tiradentes. Ela e as atletas foram transferidos para um hotel, após o início dos ataques.

A última postagem da atleta piauiense nas redes sociais foi no domingo. Ela pedia ajuda ao Governo Brasileiro para deixar o país e, ao mesmo tempo, pedia orações para que ela e as companheiras de time conseguissem sair da Ucrânia.

Foto: Reprodução/Instagram.

“Estamos bem. Seguras. Nossa cidade está bem tranquila, mas não conseguimos sair daqui ainda. Continuem orando por nós. Obrigada a todos pelas mensgem”, escreveu a piauiense na última postagem nas redes sociais.

Brasileiros resgatados 

O Ministério das Relações Exteriores informou no domingo (27/02) que auxiliou 80 brasileiros a escaparem da guerra na Ucrânia, provocada pela invasão militar da Rússia, há quatro dias. Os principais destinos da comunidade brasileira foram a Polônia e a Romênia, países fronteiriços.

O Itamaraty disse que a embaixada em Kiev, capital da Ucrânia, possui registros em lista de outros 100 brasileiros, que permanecem em território ucraniano. Antes da invasão russa, a comunidade brasileira na Ucrânia era estimada em aproximadamente 500 pessoas, um grupo pequeno, conforme dados do governo federal.

Saiba mais: Itamaraty: 80 brasileiros escaparam da guerra na Ucrânia; outros 100 permaneceram.

Foto: Arquivo Pessoal.

Rússia vs Ucrânia 

Os ataques da Rússia contra a Ucrânia começaram no dia 24 de fevereiro, com bombardeios contra alvos militares em Kiev, Kharkiv e outras cidades no centro e no leste.

Após quatro meses de crise com o Ocidente, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia teve início. Kiev e a Otan (aliança militar ocidental) chamaram a ação de invasão total. Essa é a mais grave crise militar na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Foto: Reprodução/Gabinete do presidente da Ucrânia.

Milhares de moradores de Kiev começaram a deixar a capital da Ucrânia no começo desta quinta após a Rússia iniciar a invasão a várias partes do país. A capital começa a viver um caos. Há imagens de enormes congestionamentos se formando, especialmente nos corredores de acesso às saídas da cidade.

Fonte: o portal sertão

PAPA FRANCISCO ATRIBUI GUERRA A UMA “LÓGICA DIABÓLICA E PERVERSA”

O Papa Francisco pediu neste domingo a abertura “urgente” de corredores humanitários – um tipo de zona desmilitarizada temporária destinada a permitir a passagem segura e ajuda humanitária a refugiados de uma região em crise. Para o pontífice, é necessário que a comunidade internacional acolha os ucranianos fugindo da “trágica” invasão de sua terra natal.

O papa se absteve de citar a Rússia, enquanto tenta consertar os laços com a Igreja Ortodoxa do país, e novamente omitiu qualquer referência a Moscou. Mas disse, após rezar o Angelus do palácio apostólico do Vaticano: “Aqueles que fazem a guerra esquecem a humanidade”, acrescentando que guerra “depende da lógica diabólica e perversa das armas, que é a coisa mais distante da vontade de Deus”.

Francisco repetiu seu apelo para que os fiéis marquem a Quarta-feira de Cinzas nesta semana como um dia de jejum e oração para mostrar solidariedade com o “povo sofredor da Ucrânia’.

No domingo anterior, o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, descreveu a invasão como algo “além de todo senso de lei e moralidade” e implorou pelo fim à guerra. Bartolomeu I é considerado o líder espiritual dos ortodoxos orientais e cristãos em todo o mundo. Em 2019 ele concedeu a independência dos ortodoxos da Igreja da Ucrânia, separando-a da igreja russa à qual estava ligada desde 1686.

Fonte: o portal sertão