PREFEITURA DE PAULISTANA PROMOVE TARDE DE BELEZA EM COMEMORAÇÃO AO DIA DAS MÃES

Mães de Paulistana participaram nesta sexta-feira (13/05), de uma Tarde de Beleza em homenagem ao dia das mães, com oferta de diversos serviços, sorteio de brindes, e homenagens.

A Tarde de Beleza organizado pela secretaria da Assistência Social e Trabalho teve serviços de manicure, cabeleireiro, massagem relaxante, música ao vivo, sorteio de diversos brindes e distribuição de lanches. A ação contou com a parceria da Prefeitura municipal.

O prefeito Joaquim da Farmácia participou do evento juntamente com a primeira-dama e Secretária da Assistência Social e Trabalho Rosângela Coelho, falaram da alegria de poder estar participando desse momento juntamente com as mães.

O prefeito Joaquim da Farmácia e a primeira Dama Rosângela Coelho, parabenizaram a todas as mães pelo seu dia.

Fonte: FN notícias

PROJETO RURAL SUSTENTÁVEL CAATINGA REALIZA EM PAULISTANA CAPACITAÇÃO DE TÉCNICOS DOS PROJETOS EXECUTADOS NO PIAUÍ

Aconteceu nesta segunda (09) e terça-feira (10), em Paulistana/PI, uma reunião do Projeto Rural Sustentável Caatinga (PRS Caatinga), de capacitação aos técnicos dos oito projetos que estão sendo executados no Piauí. 

O Projeto Rural Sustentável Caatinga é uma iniciativa financiada pelo Fundo Internacional para o Clima do Governo do Reino Unido em cooperação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como beneficiário institucional. A execução do PRS Caatinga é realizada pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS).

De acordo com Francisco Campello – Coordenador Regional, o PRS tem ações em cinco estados, ao todo no Nordeste são vinte projetos, sendo que somente no Piauí são oito projetos. São projetos voltados para a apicultura, sistema de d’água florestais, para o uso sustentável da caatinga, para uma pecuária sustentável. O coordenador explica qual a diferença dessa iniciativa para outras similares, “È que essa é uma abordagem do projeto, foca numa agricultura regenerativa de baixo emissão de carbono. Para mostrar ao nosso agricultor familiar que ele pode ser um protagonista do processo de combate as ações de degradação ambiental, que promovem o efeito estufa, que faz com que as mudanças climática ficam mais presentes. A estratégia do projeto é colocar o pequeno agricultor também como protagonista no processo de parceiros de combate no processo de mudanças climáticas. Esse projeto veio para fortalecer as iniciativas de convivência com o semiárido.

Francisco Campello – Coordenador Regional, do PRS Caatinga

Campelo informou ainda que o projeto tem algumas frentes, na realidade três grandes focos, um deles é o Processo de formação técnica para os extensionistas que atuam no Nordeste, nesse contexto foi feito uma parceria com a Universidade Federal do Vale do São Francisco (univasf) onde foram capacitados em torno de 650 profissionais. O segundo foco é uma ação de extensão rural junto a agricultores familiares, são 20 projetos em 5 estados. E um terceiro foco, que é trabalhar estratégia dentro das politicas publicas para que possamos ter continuidade no sistema de credito, de fomento, novas iniciativas de apoio. Sobre o curso, temos. mais de 800 inscritos. Já formados 375 extensionistas em março desse ano. A perspectiva é a formatura de 280 especialistas em TecABC em maio.

Essa reunião que está acontecendo hoje em Paulistana, é uma capacitação que está sendo feita para os técnicos dos oito projetos que estão sendo executados no Piauí, para que eles tomem conhecimento das ferramentas, do aplicativo que vão justamente ajudar a fazer a mensuração desse impacto para poder ter números e mostrar como as tecnologias de baixa emissão de carbono na agricultura familiar qual o impacto que ela causa, então tem que ter números.

Em Paulistana o Centro de Estudos Ligados a Técnicas Alternativas faz parte desse projeto e fez parte da organização do evento. Também estiveram presentes: Renata Barreto – coordenadora científica e Anne Clinio – Coordenação Nacional e Assessoria de Imprensa. Valdirene Oliveira e Igor Cezar da Empresa ADAPTA.

O evento se dividiu em duas partes no primeiro dia, a reunião aconteceu no Instituto Federal do Piauí, Campus Paulistana e no segundo dia, terça-feira os técnicos participaram de uma aula de campo numa propriedade no município de Betânia do Piaui. (FN NOTÍCIAS)

Fonte: fn notícias

QUASE 103 MIL PESSOAS JÁ RECEBERAM A 4ª DOSE DA VACINA CONTRA A COVID 19 NO PIAUÍ

Um total de 102,5 mil pessoas já foram vacinadas com a 4ª dose da vacina contra a Covid-19 no Piauí, como apontam as informações disponibilizadas no Painel Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).  

O número corresponde a pouco mais de 20% da população apta a receber o imunizante, porém, a tendência é que este percentual aumente nos próximos dias, após a Sesapi liberar aplicação da 2ª dose de reforço para o público geral, com idade acima dos 18 anos.

Antes disso, a 4ª dose só era disponibilizada aos profissionais da saúde e para a população com mais de 60 anos. Com a ampliação aos demais públicos, os municípios também poderão iniciar a aplicação do novo reforço respeitando o intervalo de quatro meses entre as doses.

Em Teresina, por exemplo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) começa a vacinação de pessoas a partir de 50 anos com a 4ª dose contra a Covid-19 na segunda-feira (09). A previsão é que essa idade seja reduzida para 40 anos na próxima quinta-feira (12).

Cobertura vacinal

Cerca de 93% da população do Piauí já está completamente imunizada contra a Covid-19 após receberem a aplicação das duas doses contra a doença. Em relação ao 1° reforço, o índice estadual é de 65%.

Segundo a Sesapi, o índice de vacinação permite, dentre outras coisas, a flexibilização de algumas restrições sanitárias, como a realização de eventos com público e a não obrigatoriedade do uso de máscaras.

Pela atual regra, que torna facultativo o uso de máscara em locais fechados nos municípios com percentual mínimo de 60% da população vacinada com a dose de reforço, 182 cidades piauienses estão aptas a dispensarem o item de proteção. 


Fonte: cidadeverde.com

LULA PARTICIPA DE LANÇAMENTO DO MOVIMENTO ” VAMOS JUNTOS PELO BRASIL” QUE REÚNE VÁRIOS PARTIDOS

O ex-presidente Lula participou, neste sábado (7), em São Paulo, do lançamento do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, que une partidos políticos e movimentos sociais em favor da retomada da democracia e da reconstrução do Brasil. Ele disse que o Brasil precisa de calma e paz para trabalhar e retomar as políticas de desenvolvimento econômico e social.

Lula levou o discurso por escrito, embora tenha improvisado algum momento, e enfatizou pontos que visam unir todos brasileiros pela democracia e pelo retorno da esperança. Foi praticamente a leitura de uma Carta-proposta para os Brasileiros, apontando todos os pontos e setores.(Veja o discurso embaixo)

Geraldo Alckmin não esteve no evento, mas participou por meio de vídeo pelo fato de ter testado positivo para Covid-19. Brincando ele, indicou para os brasileiros a receita de Chuchu com Lula. É que Alckmin tem o apelido de Picolé de Chuchu, sendo um momento de descontração.

O evento foi marcado também pela participação de artistas e pelas declarações de amor da noiva de Lula, a Janja, que apresentou o vídeo “Sem Medo de Ser Feliz”, resgatando momentos emocionantes da campanha presidencial de 1989. Lula, ao discursar, fez um parêntese para dizer que está apaixonado, anunciando o o seu casamento neste mês de maio.

Do Piauí, estiveram no lançamento do movimento em São Paulo, a governadora Regina Sousa, e o ex-governador Wellington Dias.

Janja, a noiva de Lula, cantou e dançou ao som do vídeo “Sem Medo de Ser Feliz”. Ela foi uma das estrelas da festa de lançamento do movimento Vamos Juntos Pelo Brasil, a pré-campanha.

Lula se dirigiu para a ex-presidente Dilma, que estava entre os demais convidados, ressaltando que ela não será ministra, como as pessoas vêm perguntando, por ser tão grandiosa que não cabe num ministério, mas que vai acompanhá-lo em todos os momentos de sua administração sendo eleito presidente da República.

Nos últimos meses, Lula viajou o país e conversou com as mais variadas lideranças políticas e sociais brasileiras para formar esse movimento. Além do PCdoB e do PV, com quem o PT formou uma federação partidária, Lula obteve apoio da Rede, do PSol, do Solidariedade e do PSB, que indicou Geraldo Alckmin para ser vice de Lula em uma futura chapa na corrida presidencial.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Lula, que defendeu um país verdadeiramente soberano, que cuide em especial do bem-estar de sua população.

Veja na íntegra o discurso de Lula:

Quero começar falando da mais importante lição que aprendi em 50 anos de vida pública, oito dos quais presidindo este país: Governar deve ser um ato de amor.

A principal virtude que um bom governante precisa ter é a capacidade de viver em sintonia com as aspirações e os sentimentos das pessoas, especialmente das que mais precisam.

É se alegrar com cada conquista, com cada melhora na qualidade de vida do povo que ele governa.

É compartilhar a felicidade da família que, graças ao Minha Casa, Minha Vida, toma pela primeira vez nas mãos a chave da tão sonhada casa própria, depois de uma vida inteira morando de aluguel em condições precárias.

É se emocionar com aquela mãe que viveu anos e anos à luz de lamparina, e com a chegada do Luz para Todos pode finalmente contemplar a serenidade do seu filho dormindo à noite.

É se alegrar com a avó que quando jovem era obrigada a partir um único lápis em dois pedaços para dar aos filhos. E que depois, com o Bolsa Família, pode comprar material escolar completo para a neta, até mesmo um estojo com lápis de todas as cores.

É comemorar junto com os filhos dos trabalhadores que se tornaram doutores, graças ao ProUni, ao FIES e à política de cotas na universidade pública.https://www.youtube.com/embed/1hjV9MR8aIs?start=7541&feature=oembed

Mas não basta ao bom governante sentir como se fossem suas as conquistas do povo sofrido.

Para governar bem, ele precisa ter também a sensibilidade de sofrer com cada injustiça, cada tragédia individual e coletiva, cada morte que poderia ser evitada.

Infelizmente, nem todo governante é capaz de entender, sentir e respeitar a dor alheia.

Não é digno desse título o governante incapaz de verter uma única lágrima diante de seres humanos revirando caminhões de lixo em busca de comida, ou dos mais de 660 mil brasileiros e brasileiras mortos pela Covid.

Pode até se dizer cristão, mas não tem amor ao próximo.

Em 2003, quando tomei posse como presidente da República, eu disse que se, ao final do meu mandato, todos os brasileiros tivessem pelo menos a possibilidade de tomar café da manhã, almoçar e jantar, eu teria cumprido a missão da minha vida.

Travamos contra a fome a maior de todas as batalhas, e vencemos. Mas hoje sei que preciso cumprir novamente a mesma missão.

Tudo o que fizemos e o povo brasileiro conquistou está sendo destruído pelo atual governo. O Brasil voltou ao Mapa da Fome da ONU, de onde havíamos saído em 2014, pela primeira vez na história.

É terrível, mas não vamos desistir, nem eu nem o nosso povo. Quem tem uma causa jamais pode desistir da luta.

A causa pela qual lutamos é o que nos mantém vivos, é o que renova nossas forças e nos rejuvenesce.

Sem uma causa, a vida perde o sentido.

Eu e todos nós que estamos juntos nessa hora, temos uma causa: restaurar a soberania do Brasil e do povo brasileiro.

Meus amigos e minhas amigas.

O artigo primeiro da nossa Constituição enumera os fundamentos do Estado Democrático de Direito. E o primeiro fundamento é justamente a soberania.

No entanto, a nossa soberania e a nossa democracia vêm sendo constantemente atacadas pela política irresponsável e criminosa do atual governo.

Ameaçam, desmontam, sucateiam, colocam à venda nossas empresas mais estratégicas, nosso petróleo, nossos bancos públicos, nosso meio ambiente.

Entregam de mão beijada todo esse extraordinário patrimônio que não pertence a eles, e sim ao povo brasileiro.

Destroem políticas públicas que mudaram a vida de milhões de brasileiros, e que eram admiradas e adotadas pelo mundo afora.

É mais do que urgente restaurar a soberania do Brasil. Mas defender a soberania não se resume à importantíssima missão de resguardar nossas fronteiras terrestres e marítimas e nosso espaço aéreo.

É também defender nossas riquezas minerais, nossas florestas, nossos rios, nossos mares, nossa biodiversidade.

E é, antes de tudo, garantir a soberania do povo brasileiro e os direitos de uma democracia plena.

É defender o direito à alimentação de qualidade, o bom emprego, o salário justo, os direitos trabalhistas, o acesso à saúde e à educação.

Defender nossa soberania é também recuperar a política altiva e ativa que elevou o Brasil à condição de protagonista no cenário internacional.

O Brasil era um país soberano, respeitado no mundo inteiro, que falava de igual para igual com os países mais ricos e poderosos.

E que ao mesmo tempo contribuía para o desenvolvimento dos países pobres, por meio de cooperação, investimento e transferência de tecnologia. Foi o que nós fizemos na América Latina e também na África.

Defender a nossa soberania é defender a integração da América do Sul, da América Latina e do Caribe. É fortalecer novamente o Mercosul, a UnaSul, a Celac e os BRICS.

É estabelecer livremente as parcerias que forem melhores para o país, sem submissão a quem quer que seja. É lutar por uma nova governança global.

O Brasil é grande demais para ser relegado a esse triste papel de pária do mundo, por conta da submissão, do negacionismo, da truculência e das agressões a nossos mais importantes parceiros comerciais, causando enormes prejuízos econômicos ao país.

Meus amigos e minhas amigas.

Defender nossa soberania é defender a Petrobras, que vem sendo desmantelada dia após dia.

Colocaram à venda as reservas do Pré-Sal, entregaram a BR Distribuidora e os gasodutos, interromperam a construção de algumas refinarias e privatizaram outras.

O resultado desse desmonte é que somos autossuficientes em petróleo, mas pagamos por uma das gasolinas mais caras do mundo, cotada em dólar, enquanto os brasileiros recebem os seus salários em real.

O óleo diesel também não para de subir, sacrificando os caminhoneiros e fazendo disparar os preços dos alimentos.

O botijão de gás chega a custar 150 reais, comprometendo o orçamento doméstico da maioria das famílias brasileiras.

Nós precisamos fazer com que a Petrobras volte a ser uma grande empresa nacional, uma das maiores do mundo.

Colocá-la de novo a serviço do povo brasileiro e não dos grandes acionistas estrangeiros. Fazer outra vez do Pré-Sal o nosso passaporte para o futuro, financiando a saúde, a educação e a ciência.

Defender a nossa soberania é defender também a Eletrobrás daqueles que querem o Brasil eternamente submisso.

A Eletrobrás é a maior empresa de geração de energia da América Latina, responsável por quase 40% da energia consumida no Brasil.

Foi construída ao longo de décadas, com o suor e a inteligência de gerações de brasileiros. Mas o atual governo faz de tudo para entregá-la a toque de caixa e a preço de banana.

O resultado de mais esse crime de lesa-pátria seria a perda da nossa soberania energética.

Perder a Eletrobrás é perder Chesf, Furnas, Eletronorte e Eletrosul, entre outras empresas essenciais para o desenvolvimento do país.

É perder também parte da soberania sobre alguns dos nossos principais rios, como o rio Paraná e o São Francisco

É dizer adeus a programas como o Luz para Todos, responsável por trazer para o século 21 cerca de 16 milhões de brasileiros que antes viviam na escuridão.

É aumentar ainda mais a conta de luz, que hoje já pesa não apenas no bolso do trabalhador, mas também no orçamento da classe média.

Defender nossa soberania é defender os bancos públicos. O Banco do Brasil, a Caixa Econômica, o BNDES, o BNB e o Basa foram criados para fomentar o desenvolvimento do país.

Para garantir o crédito barato a quem quer produzir e gerar empregos.

Para financiar as obras de saneamento e a construção de apartamentos e casas para a população de baixa renda e a classe média.

Para apoiar a agricultura familiar e os pequenos e médios produtores rurais. Porque nenhum país será soberano se não cuidar de quem produz 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa.

Defender a nossa soberania é defender as universidades e as instituições de apoio à ciência e à tecnologia dos ataques do atual governo.

Porque um país que não produz conhecimento, que persegue seus professores e pesquisadores, que corta bolsas de pesquisa e reduz os investimentos em ciência e tecnologia está condenado ao atraso.

Nos nossos governos, nós mais que triplicamos os recursos direcionados para o CNPq, a Capes e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Eles saltaram de R$ 4 bilhões e 500 milhões em 2002, para R$ 13 bilhões e 970 milhões em 2015.

Já com o atual governo, esses investimentos recuaram para R$ 4 bilhões e 400 milhões, valor menor que aquele de 20 anos atrás.

Defender a soberania do Brasil é investir na infraestrutura capaz de transformar o país e a vida de seu povo, aumentar a produtividade da economia e criar as bases para o progresso e o futuro.

Mas o atual governo não cuida da infraestrutura que este país precisa.

Paralisaram obras importante que estavam em andamento. Tentam se apropriar de outras que receberam praticamente concluídas.

É o caso da Transposição do São Francisco, uma obra sonhada desde os tempos do império, que nós tornamos realidade para que 12 milhões de brasileiros tivessem finalmente água jorrando de suas torneiras.

Nossos governos não só planejaram e conceberam a transposição, como fizeram 88% das obras. Mas eles tentam enganar o povo dizendo que foram eles que construíram tudo.

Defender a nossa soberania é defender a Amazônia da política de devastação posta em prática pelo atual governo

Nos nossos governos, reduzimos em 80% o desmatamento da Amazônia, contribuindo para diminuir a emissão dos gases de efeito estufa que provocam o aquecimento global.

Mas os cuidados com o meio ambiente vão além da defesa da Amazônia e dos outros biomas.

É preciso voltar a investir em saneamento básico, como fizemos nos nossos governos.

Acabar com o esgoto a céu aberto e cuidar da destinação do lixo e das pessoas que vivem da coleta de materiais recicláveis.

Cuidar do meio ambiente é, antes de tudo, cuidar das pessoas. É buscar a convivência pacífica entre o desenvolvimento econômico e o respeito à flora, à fauna e aos seres humanos.

A transição para um novo modelo de desenvolvimento sustentável é um desafio planetário.

Também nesse sentido, temos muito a aprender com os povos indígenas, guardiões ancestrais do meio-ambiente.

Defender a nossa soberania é garantir a posse de suas terras aos povos indígenas, que estavam aqui milhares de anos antes da chegada dos portugueses, e que foram capazes de cuidar delas melhor do que ninguém.

E que agora estão vendo seus territórios invadidos ilegalmente por garimpeiros, grileiros e madeireiros.

O resultado desse crime continuado, que acontece com a conivência do atual governo, vai além da destruição de florestas e rios.

Compromete também a sobrevivência física dos povos indígenas, e não poupa sequer as crianças.

E é dever do Estado garantir a segurança e o bem-estar de todos os seus cidadãos e cidadãs, que merecem – e devem – ser tratados com respeito.

Nunca um governo como este que aí está estimulou tanto o preconceito, a discriminação e a violência.

Nenhum país será soberano enquanto mulheres continuarem a ser assassinadas pelo fato de serem mulheres.

Enquanto pessoas continuarem a ser espancadas e mortas por conta de sua orientação sexual.

Enquanto não forem combatidos com rigor o extermínio da juventude negra e o racismo estrutural que fere, mata e nega direitos e oportunidades.

Minhas amigas e meus amigos.

Somos o terceiro maior produtor mundial de alimentos. Somos o maior produtor de proteína animal do mundo.

Produzimos comida em quantidade mais do que suficiente para garantir alimentação de qualidade para todos. No entanto, a fome voltou ao nosso país.

Não haverá soberania enquanto 116 milhões de brasileiros sofrerem algum tipo de insegurança alimentar.

Enquanto 19 milhões de homens, mulheres e crianças forem dormir todas as noites com fome, sem saber se terão um pedaço de pão para comer no dia seguinte.

Não haverá soberania enquanto dezenas de milhões de trabalhadores continuarem submetidos ao desemprego, à precarização e ao desalento.

Nós fomos capazes de gerar mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada e todos os direitos garantidos.

Enquanto eles destruíram direitos trabalhistas e geraram mais desemprego.

É preciso avançar numa legislação que garanta os direitos dos trabalhadores.

Que estimule a negociação em bases civilizadas e justas entre patrões e empregados.

Que contribua para criar melhores empregos, e faça girar a roda da economia.

Não é possível que o reajuste da maioria das categorias profissionais fique abaixo da inflação, ao contrário do que acontecia em nossos governos.

Não é possível que o salário mínimo continue perdendo poder de compra ano após ano. Nos nossos governos ele subiu 74% acima da inflação, aumentando o consumo e aquecendo a economia.

Se os trabalhadores não têm dinheiro para comprar, os empresários não tem para quem vender. Isso leva ao que assistimos hoje: o fechamento de fábricas em São Paulo, na Bahia, na Zona Franca de Manaus e outras regiões, e multinacionais deixando o Brasil.

Precisamos também criar um ambiente fértil ao empreendedorismo, para que possam florescer o talento e a criatividade do povo brasileiro.

Este país precisa voltar a criar oportunidades, para que as pessoas possam viver bem, melhorar de vida e tornar seus sonhos realidade.

Hoje vivemos uma situação desoladora. Um país cujo maior desejo de sua juventude é ir embora para o exterior em busca de oportunidades não será jamais soberano.

Precisamos voltar a investir em educação de qualidade, da creche ao pós-doutorado.

Não haverá soberania enquanto a educação continuar a ser tratada como gasto desnecessário, e não como investimento essencial para fazer do Brasil um país desenvolvido e independente.

Nos nossos governos, triplicamos os investimentos em educação, que saltaram de R$ 49 bilhões de reais em 2002 para R$ 151 bilhões em 2015.

Mas o atual governo vem reduzindo os investimentos a cada ano. O resultado é que o orçamento do MEC para 2022 é o menor dos últimos dez anos.

Assim como a educação, também a saúde tem sido tratada com descaso pelo atual governo.

Hoje faltam investimentos, profissionais de saúde e medicamentos. Sobram doenças e mortes que poderiam ser evitadas.

Não fossem o SUS e os corajosos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, a irresponsabilidade do atual governo nessa pandemia teria custado ainda mais vidas.

Um dos maiores orgulhos dos nossos governos foi cuidar com muito carinho da saúde do povo brasileiro.

Criamos o Samu, o Farmácia Popular, as UPAs 24 horas. Fizemos o Mais Médicos, e levamos profissionais da saúde às periferias das grandes cidades e às regiões mais remotas do Brasil.

Nós praticamente dobramos o orçamento da saúde, que passou de R$ 64 bilhões e 800 milhões em 2003 para R$ 120 bilhões e 400 milhões em 2015.

Nenhum país será soberano se o seu povo não tiver acesso a saúde, educação, emprego, segurança e alimentação de qualidade. Mas a cultura também precisa ser tratada como um bem de primeira necessidade.

Não haverá soberania enquanto o atual governo continuar tratando a cultura e os artistas como inimigos a serem abatidos, e não como geradora de riqueza para o país e um dos maiores patrimônios do povo brasileiro.

Nós precisamos de música, cinema, teatro, dança e artes plásticas. Precisamos de livros em vez de armas.

A arte preenche nossa existência. Ela é ao mesmo tempo capaz de retratar e reinventar a realidade. A vida como ela é, e como ela poderia ser.

Sem a arte, a vida fica mais dura, perde um dos seus maiores encantos.

Meus amigos e minhas amigas.

Durante nossos governos, promovemos uma revolução democrática e pacífica neste país. O Brasil cresceu, e cresceu para todos.

Combinamos crescimento econômico com inclusão social. O Brasil se tornou a sexta maior economia do planeta, e, ao mesmo tempo, referência mundial no combate à extrema pobreza e à fome.

Deixamos de ser o eterno país do futuro, para construirmos nosso futuro no dia a dia, em tempo real.

Mas o atual governo fez o Brasil despencar para a 12ª posição do ranking das maiores economias. E a qualidade de vida também caiu de forma assustadora, e não apenas para os mais necessitados.

Os trabalhadores e a classe média também foram atingidos em cheio pelo aumento descontrolado da gasolina, dos alimentos, dos planos de saúde e das mensalidades escolares, entre tantos outros custos que não param de subir.

Viver ficou muito mais caro.

Neste primeiro trimestre de 2022, a renda familiar dos brasileiros desabou para o menor nível dos últimos dez anos. O resultado é que 77,7% das famílias estão endividadas.

E o mais triste é que grande parte dessas famílias estão se endividando não para pagar a viagem de férias com os filhos, ou a reforma da casa própria, ou a compra de uma televisão nova.

Elas estão se endividando para comer.

Ou seja: o Brasil voltou a um passado sombrio que havíamos superado.

É para conduzir o Brasil de volta para o futuro, nos trilhos da soberania, do desenvolvimento, da justiça e da inclusão social, da democracia e do respeito ao meio ambiente, que precisamos voltar a governar este país.

O grave momento que o país atravessa, um dos mais graves da nossa história, nos obriga a superar eventuais divergências para construirmos juntos uma via alternativa à incompetência e ao autoritarismo que nos governam.

Nunca me esqueço das palavras do saudoso Paulo Freire, o maior educador brasileiro de todos os tempos, uma das principais referências da pedagogia mundial, cujo centenário de nascimento comemoramos justamente em 2022.

Dizia o nosso querido Paulo Freire:

“É preciso unir os divergentes, para melhor enfrentar os antagônicos”.

Sim, queremos unir os democratas de todas as origens e matizes, das mais variadas trajetórias políticas, de todas as classes sociais e de todos os credos religiosos.

Para enfrentar e vencer a ameaça totalitária, o ódio, a violência, a discriminação, a exclusão que pesam sobre o nosso país.

Queremos construir um movimento cada vez mais amplo de todos os partidos, organizações e pessoas de boa vontade que desejam a volta da paz e da concórdia ao nosso país.

Este é o sentido da união de forças progressistas e democráticas formada pelo PT, PC do B, PV, PSB, PSOL, Rede e Solidariedade.

Todos dispostos a trabalhar não apenas pela vitória em 2 de outubro, mas pela reconstrução e transformação do Brasil.

Tenho o orgulho de contar com o companheiro Geraldo Alckmin nessa nova jornada.

Alckmin foi governador enquanto eu era presidente. Somos de partidos diferentes, fomos adversários, mas também trabalhamos juntos e mantivemos o diálogo institucional e o respeito pela democracia.

Tive em Alckmin um adversário leal. E estou feliz por tê-lo agora na condição de aliado, um companheiro cuja lealdade sei que jamais faltará – nem a mim nem ao Brasil.

Minhas amigas e meus amigos.

Quando governamos o país, o diálogo foi a nossa marca registrada.

Criamos importantes mesas de negociação e conselhos de participação da sociedade civil junto a todos os ministérios.

Além disso, realizamos 74 conferências, em âmbito municipal, estadual e nacional, com participação de milhões de pessoas, para discutir os mais diferentes temas: saúde, educação, juventude, igualdade racial, direitos da mulher, comunicação e segurança pública, entre tantos outros.

Dessa extraordinária participação popular nasceram várias políticas públicas que mudaram o Brasil.

E agora precisamos de novo mudar o Brasil.

Para isso, em vez de promessas, apresento o imenso legado de nossos governos. Fizemos muito, mas tenho consciência que ainda é preciso, e é possível, fazer muito mais.

Precisamos colocar novamente o Brasil entre as maiores economias do mundo.

Reverter o acelerado processo de desindustrialização do país.

Criar um ambiente de estabilidade política, econômica e institucional que incentive os empresários a investirem outra vez no Brasil, com garantia de retorno seguro e justo, para eles e para o país.

Fui vítima de uma das maiores perseguições políticas e jurídicas da história deste país, fato reconhecido pela Suprema Corte Brasileira e pela Organização das Nações Unidas.

Mas não esperem de mim ressentimentos, mágoas ou desejos de vingança.

Primeiro, porque não nasci para ter ódio, nem mesmo daqueles que me odeiam.

Mas também porque a tarefa de restaurar a democracia e reconstruir o Brasil exigirá de cada um de nós um compromisso de tempo integral.

Não temos tempo a perder odiando quem quer que seja.

Não faremos jamais como o nosso adversário, que tenta mascarar a sua incompetência brigando o tempo todo com todo mundo, e mentindo sete vezes por dia. A verdade liberta, e o Brasil precisa de paz para progredir.

Meus amigos e minhas amigas.

Em setembro próximo, o Brasil completa 200 anos de Independência. Mas poucas vezes na história a nossa independência esteve tão ameaçada.

Felizmente, vamos comemorar o 7 de setembro a menos de um mês das eleições de 2 de outubro, quando o Brasil terá a oportunidade de reconquistar a sua soberania.

Quando o Brasil terá a oportunidade de decidir que país vai ser pelos próximos anos, e pelas próximas gerações.

O Brasil da democracia ou do autoritarismo? Da verdade ou das sete mentiras contadas por dia? Do conhecimento e da tolerância ou do obscurantismo e da violência? Da educação e da cultura ou dos revólveres e dos fuzis?

Um país que fortaleça e incentive a sua indústria ou assista parado à sua destruição? O exportador de bens de valor agregado ou o eterno exportador de matéria-prima?

O país do Estado de Bem-Estar Social ou do Estado Mínimo, que nega o mínimo à maioria da população?

O país que defende o seu meio-ambiente, ou o que abre a porteira e deixa passar a boiada?

O Brasil que garante saúde, educação e segurança para todos os brasileiros e brasileiras, ou somente para os mais ricos que podem pagar por elas?

Nunca foi tão fácil escolher. Nunca foi tão necessário fazer a escolha certa.

Mas é preciso dizer com toda clareza: para sair da crise, crescer e se desenvolver, o Brasil precisa voltar a ser um país normal, no mais alto sentido da palavra.

Não somos a terra do faroeste, onde cada um impõe a sua própria lei. Não!

Temos a lei maior – a Constituição – que rege a nossa existência coletiva, e ninguém, absolutamente ninguém, está acima dela, ninguém tem o direito de ignorá-la ou de afrontá-la.

A normalidade democrática está consagrada na Constituição. É ela que estabelece os direitos e obrigações de cada poder, de cada instituição, de cada um de nós.

É imperioso que cada um volte a tratar dos assuntos de sua competência. Sem exorbitar, sem extrapolar, sem interferir nas atribuições alheias.

Chega de ameaças, chega de suspeições absurdas, chega de chantagens verbais, chega de tensões artificiais.

O país precisa de calma e tranquilidade para trabalhar e vencer as dificuldades atuais. E decidirá livremente, no momento que a lei determina, quem deve governá-lo.

Nós queremos governar para trazer de volta o modelo de crescimento econômico com inclusão social que fez o Brasil progredir de modo acelerado e tirou 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza.

Queremos voltar para que ninguém nunca mais ouse desafiar a democracia. E para que o fascismo seja devolvido ao esgoto da história, de onde jamais deveria ter saído.

Nós temos um sonho. Somos movidos a esperança. E não há força maior que a esperança de um povo que sabe que pode voltar a ser feliz.

A esperança de um povo que sabe que pode voltar a comer bem, ter um bom emprego, salário digno e direitos trabalhistas. Que pode melhorar de vida e ver os filhos crescendo com saúde até chegar à universidade.

É preciso mais do que governar – é preciso cuidar. E nós vamos outra vez cuidar com muito carinho do Brasil e do povo brasileiro.

Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania.

Que Deus abençoe o nosso país.

Fonte: portal o piauí

CONSELHO TUTELAR DE PAULISTANA FAZ LANÇAMENTO DA CAMPANHA CONTRA O ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Nesta quarta-feira dia 04 de Maio de 2022, o Conselho Tutelar de Paulistana, fez o lançamento da Campanha Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração de Crianças e Adolescentes, 18 de Maio, na cidade de Paulistana

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A secretaria municipal de trabalho e ação social, sob coordenação da primeira Dama Rosangela Coelho, realizará no próximo dia 18 de Maio, a tradicional caminhada para chamar a atenção da população para o combate ao Abuso e a Exploração de Crianças e Adolescentes, com o tema: 18 de Maio Faça Bonito, Proteja Nossas Crianças e Adolescentes. O evento conta com o apoio da prefeitura municipal de Paulistana.

Os membros do Conselho Tutelar informaram que a campanha está sendo realizada durante todo o mês de Maio, enfocando a proteção aos direitos de crianças e adolescentes. (FN NOTÍCIAS)

FONTE: FN NOTÍCIAS

PISO SALARIAL DOS AGENTES COMUNITÁRIO DE SAÚDE ACABA DE SER APROVADO PELOS SENADORES

O Plenário do Senado aprovou, em sessão semipresencial nesta quarta-feira (4), a proposta de emenda à Constituição (PEC) 9/2022, que trata da política remuneratória e da valorização dos profissionais que exercem atividades de agente comunitário de saúde e de agente de combate às endemias.

Por acordo entre as lideranças, os dois turnos de votação foram cumpridos na mesma sessão. A PEC conseguiu votação unânime, com 71 votos no primeiro turno e 74 no segundo. Para ser aprovada no Senado, uma PEC precisa de no mínimo 49 votos. Agora, o texto segue para promulgação, em sessão especial do Congresso Nacional que ainda será marcada.

A matéria, de iniciativa do deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), foi relatada pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e aprovada pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foram 11 anos de tramitação dentro do Congresso Nacional. A votação foi acompanhada por grande mobilização de agentes comunitários, tanto na CCJ quanto no Plenário.

Justiça

Para o senador Collor, a aprovação da PEC é um momento relevante para a história do país. Collor lembrou que foi ele quem sancionou o programa dos agentes comunitários e o Sistema Único de Saúde (SUS), quando foi presidente da República (1990-1992). Ele também agradeceu o apoio dos colegas senadores e destacou o trabalho dos agentes de saúde, que trabalham de sol a sol, em favor da saúde do país.

— Esta sessão é histórica. É um ato de justiça aos agentes comunitários, para que eles tenham a segurança do seu salário, de sua aposentadoria e de seus outros benefícios — declarou Collor.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que é fundamental que o estado brasileiro mantenha esses profissionais em seus postos, com vencimentos justos e com condições adequadas de trabalho. Por isso, acrescentou, a PEC se mostra tão importante. Ele elogiou a dedicação dos cerca de 400 mil agentes que atuam hoje no país e ressaltou que a importância de cada um desses profissionais ficou ainda mais evidente durante a pandemia do coronavírus.

— Muitas vezes, os agentes atuam sem as devidas condições. O Legislativo não pode se omitir no sentido de apoiar esses profissionais — afirmou.

Pacheco passou a condução da votação para o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Segundo Pacheco, seria uma homenagem pela contribuição de Veneziano à aprovação da matéria. Veneziano agradeceu a gentileza de Pacheco e disse que a PEC faz justiça aos profissionais que cuidam da saúde de tantos outros brasileiros.

O senador Weverton (PDT-MA) afirmou que a PEC passou por uma caminhada longa, mas exitosa. Ele disse que só no Maranhão são 23 mil agentes comunitários. Para o senador, a PEC representa um passo importante para a consolidação da carreira. Weverton disse que a categoria precisa ser valorizada, “pois vai aonde o estado não chega, em vários rincões do país”.

— O servidor público precisa ser valorizado. Se temos serviço eficiente, temos uma sociedade feliz e bem tratada. Ainda há muitas conquistas por vir — argumentou o senador.

Aplausos

O senador Paulo Paim (PT-RS) agradeceu ao autor e ao relator da PEC e também elogiou a articulação dos colegas senadores pela aprovação da matéria. Ele disse que os agentes comunitários merecem os aplausos de todos os brasileiros. Para Flávio Arns (Podemos-PR), o agente comunitário sabe a história da saúde de cada pessoa, sabendo até o seu nome. Ele disse que a valorização desses profissionais é histórica e importante. Zenaide Maia (Pros-RN) elogiou o trabalho de Collor, na relatoria, e registrou que a PEC é uma homenagem devida aos agentes.

— Esta é uma pauta que edifica, constrói e salva vidas. Parabéns aos agentes de saúde e de endemias — declarou a senadora.

Segundo o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), há cerca de mil agentes comunitários no Distrito Federal. Ele apontou, no entanto, que seriam necessários cerca de 5 mil agentes para levar adiante as políticas de saúde do DF. Para Izalci, a PEC é uma forma de reconhecer e valorizar aqueles que atuam pela saúde. Na mesma linha, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que a aprovação da PEC é um reconhecimento da importância dos agentes.

Para o senador Humberto Costa (PT-PE), a PEC é uma forma de fazer justiça a esses profissionais, que têm um papel fundamental para a melhoria da saúde da população. Humberto, que foi ministro da Saúde entre 2003 e 2005, pediu a união de todos em favor de mais recursos para a área da saúde. O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) destacou o entendimento dos senadores em torno da PEC e agradeceu o empenho dos agentes comunitários, que trabalham com aquilo que é mais importante: a vida das pessoas.

— Esta mudança na Constituição é uma manifestação desse respeito e dessa prioridade — comemorou.

Na visão da senadora Simone Tebet (MDB-MS), a PEC é uma forma de o Congresso dialogar com o Brasil profundo. Ela disse que, mais que uma profissão, os agentes exercem um sacerdócio. O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da CCJ, agradeceu o empenho dos senadores pela aprovação da proposta, classificada por ele como “importantíssima para o Brasil”.

Os senadores Roberto Rocha (PTB-MA), Paulo Rocha (PT-PA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Vanderlan Cardoso (PSD-GO), Jean Paul Prates (PT-RN), Soraya Thronicke (União-MS), Nilda Gondim (MDB-PB) e Cid Gomes (PDT-CE) também destacaram a iniciativa do autor, o papel do relator e a importância das carreiras dos agentes comunitários.

— Esses profissionais são os anjos da guarda da saúde da população mais pobre do país — destacou Cid.

Orçamento e adicional

O texto da PEC prevê um piso salarial nacional de dois salários mínimos (equivalente hoje a R$ 2.424) para a categoria e também prevê adicional de insalubridade e aposentadoria especial, devido aos riscos inerentes às funções desempenhadas. A PEC ainda determina que estados, Distrito Federal e municípios deverão estabelecer outras vantagens, incentivos, auxílios, gratificações e indenizações, a fim de valorizar o trabalho desses profissionais.

A PEC estabelece que os vencimentos dos agentes sejam pagos pela União e que os valores para esse pagamento sejam consignados no Orçamento com dotação própria e específica. Conforme a proposta, os recursos financeiros repassados pela União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para pagamento do vencimento ou de qualquer outra vantagem dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias não serão objeto de inclusão no cálculo para fins do limite de despesa com pessoal.

Fonte: Agência Senado

PREFEITURA DE PAULISTANA REALIZARÁ NOS DIAS 20 E 21 DE MAIO A 16ª EXPOSIÇÃO FEIRA AGROPECUARIA E 4ª FESTA DO VAQUEIRO

A prefeitura municipal de Paulistana (PI), sob gestão do prefeito Joaquim Júlio Coelho, o “Joaquim da Farmácia” realizará nos dias 20 e 21 de Maio de 2022, a XVI Exposição Feira Agropecuária e IV Festa do Vaqueiro.

O evento contará com a 4ª festa do vaqueiro, que está inclusa na programação, com R$ 15.000,00 em premiações. Também haverá uma cavalgada e missa, além do sorteio de prêmios.

Além da exposição dos animais e produtos com 25 mil em premiações, a feira tem como grande atrativo a apresentação de diversos shows de várias bandas e artistas, incluindo Vitor Fernandes, Mara Pavanelly, Tierry, Taty Girl, Avine Vinny e Caninana.

O evento acontece em parceria com o Governo do Estado do Piauí, Secretaria do Agronegócio, Deputado Georgiano Neto, Deputado Federal Júlio César, SENAR, Secretaria de Estado da Agricultura, Embrapa, IFPI e Banco do Nordeste.

FONTE: FN NOTÍCIAS

MEC PRORROGA PARA 26 DE MAIO CONVOCAÇÃO DA LISTA DE ESPERA DO FIES

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para o dia 26 de maio o prazo para a convocação dos candidatos inscritos na lista de espera para o primeiro processo seletivo de 2022 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O prazo se encerraria nesta quarta-feira (4). O edital com a prorrogação foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje.

egundo o MEC, a ampliação de prazo ocorre para garantir uma maior ocupação das vagas ofertadas e também devido ao fato de que, nesta edição, não haverá processo de ocupação de vagas remanescentes.

Foram ofertadas 66,5 mil vagas no primeiro processo seletivo de 2022 do Fies e, para todo o ano de 2022, serão 110 mil vagas, conforme o MEC.

Fonte: Agência Brasil

ANVISA DETERMINA APREENSÃO DE LOTE FALSIFICADO DE RÉMEDIO PARA ATRITE

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (4) a apreensão e a proibição da distribuição, comercialização e uso de unidades falsificadas do lote 1146607 (fab 05/2021, val 01/2023) do medicamento Humira AC 40 mg, na forma de seringa preenchida.

O produto é utilizado por pacientes com artrite reumatóide grave. A medida foi divulgada por meio da Resolução-RE 1.413/2022, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

A decisão foi tomada depois que a empresa detentora do registro, a AbbVie Farmacêutica Ltda., comunicou à Anvisa sobre a falsificação de seringa preenchida do produto.

Segundo a farmacêutica, o lote falsificado apresenta diferenças em relação ao medicamento original. Entre os problemas identificados na fraude estão, por exemplo, diferenças no fechamento, na cor e no tamanho da fonte do blíster, na cor da marcação de segurança, nas dimensões diferentes das embalagens, além da ausência da marcação em braille na embalagem secundária. A Anvisa investiga o caso.

Essa não é a primeira Resolução sobre o medicamento com o mesmo teor publicada pela Anvisa. A outra, de número 3.744/2021, foi referente ao lote 1135258 (fab. 05/2020, val. 04/2022).

“A Anvisa solicita aos serviços de saúde que, caso recebam unidades do referido medicamento, antes de utilizá-las façam uma verificação minuciosa da embalagem e do rótulo do produto. Caso sejam identificadas unidades com as características de falsificação descritas acima, não utilizem os produtos e comuniquem o fato imediatamente à Agência, preferencialmente por meio do sistema Notivisa”, orientou a agência em comunicado.

Fonte: Agência Brasil

WANESSA CAMARGO E MARCUS BUAIZ ANUNCIAM SEPARAÇÃO APÓS 17 ANOS JUNTOS

Nesta segunda-feira, 2, Wanessa Camargo usou suas redes sociais para anunciar o fim de seu casamento com Marcus Buaiz. Juntos há 17 anos, eles informaram que a separação aconteceu de forma amigável.

“Após 17 anos juntos, um relacionamento pautado no amor, no respeito mútuo e felicidade, anunciamos que não somos mais um casal”, diz um trecho do comunicado.

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Em seguida, eles informam que a decisão foi tomada “depois de muita reflexão”: “Decidimos pacificamente encerrar nossa relação conjugal”.

“Ao lado de nossos filhos incríveis e que amamos incondicionalmente, continuaremos a ser uma família, com os mesmos valores e princípios que nos uniram até aqui”, finalizou o comunicado. Nos comentários, fãs e amigos do casal desejaram felicidade a ambos.

Fonte: Estadão Conteúdo